Blog da Iza

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Atual Presidente da Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal (ABDF).

Bibliotecária do ano, Medalha Rubens Borba de Morais, 1996 - CRB1.

 

 

 

PACTO PELA BIBLIOTECONOMIA BRASILEIRA: algumas considerações

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Entre as inovações que o XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia - CBBD apresentou, uma foi a convocação feita as entidades de classe: associações, sindicatos e conselhos, pelo Sistema Conselho Federal de Biblioteconomia e Conselhos Regionais de Biblioteconomia - CFB/CRBs,  para uma reunião com o objetivo de discutir e refletir sobre a Biblioteconomia no Brasil e a profissão de bibliotecário. Por que esta convocação? O cenário da Biblioteconomia brasileira se apresenta com vários fatores que indicam ameaças e oportunidades, como foi dito na pauta da convocação.

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Bibliotecas Públicas e Bibliotecas Escolares

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As missões são diferentes, sem dúvida, nos dois tipos de bibliotecas. Mas, no Brasil dada a falta de bibliotecas escolares - que devem fazer parte do projeto pedagógico da escola - as bibliotecas públicas são desvirtuadas na sua missão principal que é a de atender um público mais amplo das comunidades oferecendo lugar para crianças, jovens, adultos, idosos, aposentados e outros grupos que fazem parte da população de uma cidade, município ou lugarejo. Muitos acreditam que as bibliotecas públicas são para os estudantes. E acabam não frequentando a biblioteca pública. Vivenciei isto quando começamos a atender as bibliotecas públicas com o Projeto Bibliotecas Casa do Saber. Durante as inaugurações é comum um público maior comparecer e nesse momento em conversa com as pessoas informamos que a biblioteca está aberta para todos. E aí elas nos perguntam: "mas, nós também podemos vir a biblioteca e pegar livros? Não é só para os estudantes?" Esta é a imagem que se faz da biblioteca pública no Brasil. Então explicamos que a biblioteca é para todos. As pessoas vêm uma predominância de estudantes do ensino fundamental, principalmente, nas bibliotecas públicas, pois é o único lugar que eles têm para fazer seus exercícios e buscar um livro para completar melhor um trabalho que estão fazendo. Por outro lado, as poucas bibliotecas escolares que existem, nas escolas públicas, funcionam precariamente sem horário corrente, sem pessoal para receber os alunos, sem o mínimo de organização no acervo. Também é uma vivência que tenho atendendo as escolas pelo Projeto Bibliotecas Casa do Saber. Pelo Projeto oferecemos as instituições beneficiadas: móveis, estantes, computador, um programa livre de controle do acervo, pequenos reparos e reformas para deixar o ambiente da biblioteca, limpo, bem iluminado, com um novo leiaute. Colocamos livros semi-novos que foram selecionados tendo em vista a clientela da biblioteca, sinalizamos as estantes e oferecemos um curso de auxiliar de biblioteca para leigos que já estão trabalhando nas bibliotecas. Mesmo que a biblioteca tenha bibliotecário, caso raro, o curso é oferecido, pois é importante que o bibliotecário tenha ao seu lado pessoas que conheçam as atividades de uma biblioteca. Muitas pessoas que treinamos já não estão nas  bibliotecas. Infelizmente, é o que estamos vendo com o nosso programa de volta aos locais beneficiados. O pessoal que atende nas bibliotecas públicas e escolares são temporários. Não há um quadro de pessoal que possa fixar um mínimo de funcionários nas bibliotecas e garantir o seu pleno funcionamento. Aguardo com ansiedade o curso à distância de Biblioteconomia a nível de graduação que será oferecido pela Universidade Aberta. Penso que será uma revolução na nossa área. O curso foi projetado com o aval do CFB, e contou com bibliotecários doutores, representativos dos vários cursos regulares presenciais, que montaram todo o conteúdo programático. Não tenho dúvida que virá sanar a enorme defasagem que temos na formação de novos bibliotecários. O Brasil precisa de muitos bibliotecários para atender aos municípios, principalmente. Alguns Estados já estão querendo aplicar a Lei de universalização de bibliotecas escolares, mas não têm bibliotecário para colocar nas escolas. O momento é propício já existe uma conscientização maior neste momento da importância da leitura e de serviços bibliotecários na sociedade brasileira. Nós bibliotecários temos que apoiar, participar, discutir, cobrar com mais veemência. É o futuro da profissão e a melhoria global dos serviços bibliotecários no Brasil que está na pauta. Não vamos esperar.

"quem sabe faz a hora não espera acontecer" (Geraldo Vandré, música)

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Profissão foi abordada no programa "Espaço Documentário"

Caros Bibliotecários,
nossa profissão foi abordada no programa "Espaço Documentário", exibido pela TV Justiça, no dia 30 de maio. Realizado pelo Núcleo de Memória Histórica do Supremo Tribunal Federal, com a coordenação editorial de Pedro Del Picchia, o programa, de cerca de 30 minutos, abordou as diversas funções e papéis do bibliotecário, presente nas comunidades, bibliotecas, universidades, escolas e organizações.
Participaram: Evanda Verri Paulino CRB-8/1273, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo (CRB-8), Katharina Berg CRB-8/4980, diretora da América Latina da Associação Internacional de Biblioteconomia Escolar (IASL), Regina Fazioli CRB-8/2491, coordenadora da Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo, Valéria Valls CRB-8/5243, coordenadora da Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP, e Yara Rezende CRB-8/2725, gerente de informação da Natura Cosméticos, além de vários bibliotecários.

Assista ao programa:

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=vnLwXxGQoAE&feature=channel_video_title  

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=RaGL4khg2AU&feature=channel_video_title   

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=j2N4Nq-kUsE&feature=channel_video_title

"As bibliotecas, ao longo dos séculos, têm sido o meio mais importante de conservar nosso saber coletivo. Foram e são ainda uma espécie de cérebro universal, onde podemos reaver o que esquecemos e o que ainda não sabemos". Umberto Eco
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OS BIBLIOTECÁRIOS NO SÉCULO XXI

 

Ah! Como eu gostaria de estar começando a minha vida de bibliotecária agora. Quantas ferramentas interessantes que são oferecidas pela tecnologia da informação, pela internet e pela web que facilitam o trabalho nas unidades de informação. Quantas novidades para o trabalho em bibliotecas: na segurança dos acervos, no auto-atendimento, no inventário, na reposição dos livros nas estantes  E o mobiliário? Quantos móveis bonitos, coloridos, funcionais. Os bibliotecários têm hoje mais tempo para inovar, quebrar paradigmas, conseguir trabalhar para e com o usuário. É a biblioteca entrando de vez na internet. Sem falar na possibilidade que hoje temos de utilizar um trabalho que já está pronto, catalogado, classificado e indexado. Hoje os processos técnicos já não são aplicados isoladamente e sim em cooperação. Bibliotecas em redes. Espetacular! Que maravilha! Bibliotecas que ganham nova cara, novos arranjos. Parecem mais uma grande loja de livros. Livros em destaque: best seller; literatura infantil; livros escolhidos dentro de um determinado tema. Livros arranjados com a capa bem visível para chamar a atenção do leitor. A ordem é ir em busca do leitor, como o filósofo espanhol José Ortega y Gasset disse ser uma das missões do bibliotecário. Despertar no não leitor a vontade e o interesse de ler. Bibliotecas que oferecem lugar para a leitura de lazer, conforto e beleza. Bibliotecas alugando seus espaços para conseguir recursos. E até para tomar um cafezinho! Quantas novidades e o vislumbre de muito mais novidades que virão por aí. Ah! Mas, para aproveitar de tudo isso é preciso tomarmos atitude, estarmos abertos as mudanças. As palavras chave são: agir, atualização, trabalho em grupo de forma cooperativa. Precisamos sair do chavão de que os culpados são os outros e nós somos as vítimas. A discussão apresentada no primeiro dia das comemorações pelo Dia do Bibliotecário, 22/03, na Presidência da República, deixou isso muito claro. Nós somos os responsáveis pela imagem que a profissão projeta para a sociedade, depende de nós mesmos. Os órgãos de classe, as associações, os sindicatos, apoiado pelos bibliotecários, pois, nós somos os órgãos de classe, podem e devem colaborar para que o bibliotecário tenha salários compatíveis com as suas atribuições; local de trabalho digno;  respeito as leis; e a representação da classe perante a sociedade e as autoridades competentes. Lutem pela melhoria dos serviços bibliotecários. Ficou também muito claro que é preciso conhecer a história da Biblioteconomia no Brasil e no mundo. Muitas coisas que hoje estão em evidência já eram objeto da visão de bibliotecários mestres, bibliófilos e intelectuais que deixaram um legado de bons textos sobre a biblioteconomia mundial e brasileira. Nas palestras do dia 22/03 e do dia 23/03 eles foram citados várias vezes. Entre eles: Edson Nery da Fonseca, Rubens Borba de Moares, Ortega y Gasset, Ranganathan.  Temos tudo à disposição para fazermos uma biblioteconomia nota 10. Vamos à luta.

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Exposição de Ikebana - CONVITE

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Nas comemorações do Dia do Bibliotecário planejamos realizar uma Exposição de Ikebana – arte floral japonesa, como parte da programação do “Biblioteconomia Fazendo Arte”, evento que visa divulgar o fazer artístico dos Bibliotecários nas diferentes formas de expressão.

Convidamos os colegas para participarem.

Precisamos pensar juntos como a exposição se concretizará.

Local: Biblioteca da Presidência da República

Salão de leitura

Palácio do Planalto, Anexo 1 Superior

Período: 22 a 24/03/2011

Horário de visitação: de 08:00 às 20:00h

Montagem: 21/03 pela manhã

Desmontagem: 25/03 pela manhã

Contato: Célia Maria de Almeida

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Fone: 3411 2146
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Educação de boa qualidade com bibliotecas

Ao findar o ano de 2010 leio duas, matérias, em dois grandes jornais, que falam em educação e sua importância para a sociedade do conhecimento. Sociedade que exige dos profissionais cada vez mais idéias e participação efetiva nas organizações. Portanto, requer, desses profissionais, uma boa formação educacional. Em uma das matéria é citado o Manifesto dos Pioneiros. Na outra cita declarações do inventor do computador pessoal e cofundador da Apple, Steve Wozniak, que considera os bons professores e as boas escolas como responsáveis pelo progresso humano. Fiquei curiosa sobre o Manifesto. E como ainda não tinha lido fui procurá-lo para tomar conhecimento do que se tratava. Trata-se do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, assinado por personalidades como Anísio Teixeira, Cecília Meirelles, Roquete Pinto, Fernando de Azevedo e outros, no ano de 1932. Leio a primeira frase: "Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância e gravidade ao da educação." Impressionante, parece que foi escrito hoje! E continuo lendo: "Todos os professores, de todos os graus, cuja preparação geral se adquirirá nos estabelecimentos de ensino secundário, devem no entanto, formar o seu espírito pedagógico, conjuntamente, nos cursos universitários, em faculdade ou escolas normais, elevadas ao nível superior e incorporadas às universidades". Este documento tem apenas 78 anos. Ali estão as idéias do ensino integral, da melhor formação dos professores, do conceito de escola como instituição social integrada a vida da comunidade e trabalhando com ela. Como nossos presidentes, governadores e prefeitos não conseguem colocar em prática as idéias do Manifesto dos Pioneiros que se implementado, sem dúvida, colocaria o Brasil em melhores índices educacionais perante o mundo? Em Brasília, Anísio Teixeira tentou dar à Capital do Brasil um sistema educacional modelar. Propôs no Plano Educacional de Brasília em 1950 a idéia das Escolas-Classe e Escolas-Parque. Essas escolas, em tempo integral, ofereceriam uma educação inovadora, com vários setores: Setor Trabalho; Setor de Educação Física e Recreação; Setor Socializante; Setor Artístico e Setor de Extensão Cultural e Biblioteca. Neste último os alunos desenvolveriam a leitura, o estudo e a pesquisa. Que maravilha! Seguindo este modelo, sem dúvida, a escola em tempo integral, faz sentido. Mas, deixar alunos o dia inteiro na Escola sem ter se quer uma biblioteca com livros atualizados, espaço confortável, pessoal qualificado e atividades culturais, como é o caso da maior parte das Escolas públicas do DF, não vai levar à Educação que queremos para as nossas crianças e adolescentes.     


Iza Antunes Araujo - CRB1-079
Presidente da ABDF
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A 29ª Feira do Livro de Brasília terminou!

A 29ª Feira do Livro de Brasília terminou! Foi uma Feira diferente das outras. Contou com a determinação e a vontade de realizá-la de um grupo de jovens entusiasmados, com muita vontade de acertar e que a cada obstáculo não se deixou vencer. O desafio de organizar e realizar a 29ª Feira do Livro de Brasília, no ano em que nossa Capital completa 50 anos foi vencido. As parcerias da FBN/BDB, MDA/Arca das Letras, SCGDF/Mala do Livro, MINC/PNLL/ FNDE, Biccateca, Movimento Maria Cláudia pela Paz, Corpo Diplomático de Brasília e os patrocínios da Sec. de Cultura, Educação e Turismo do GDF e da Petrobrás foram fundamentais para que a Feira acontecesse. O Espaço do Leitor, novidade da 29ª Feira do Livro de Brasília, foi bastante apreciado. Ouvi de um visitante: "Não consigo ver uma Feira do Livro sem um espaço para a leitura. Gostei da novidade." Só mesmo com muito amor e dedicação foi possível organizar uma Feira do Livro em 45 dias. Dias de angústia, preocupação, mas a determinação falou mais alto: vamos fazer acontecer a Feira do Livro/2010. A ABDF como criadora da Feira, tendo planejado, organizado e executado a 1ª Feira do Livro, em outubro de 1982, durante as comemorações dos seus 20 anos de existência, não podia permitir que a Feira não acontecesse. E junto com a Câmara do Livro de Brasília se responsabilizou pela 2ª Feira do Livro de Brasília. Agora é trabalhar no relatório da Feira e prestar contas.  

Iza Antunes Araujo - CRB1-079
Presidente da ABDF
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29ª Feira do Livro de Brasília


A 29ª Feira do Livro de Brasília acontece no Expo Brasília, Parque da Cidade. Desde o dia 8/10 quando aconteceu a abertura da Feira já visitaram a Feira mais de 8000 pessoas. O Expo Brasília já foi palco de 10 edições da Feira do Livro desde o fim dos anos 90, quando  ela passou a ser realizada no Pátio Brasil. Sem dúvida, a Feira ganhou público com suas edições dentro de um shopping, mas, também perdeu  aqueles consumidores amantes dos livros,  que precisam de espaço e tempo para examinar mais detalhadamente o livro que desejam comprar. Este ano, após muitos anos afastada da organização da Feira, a ABDF participou mais ativamente da organização tendo em vista, principalmente, não deixar que a Feira não acontecesse neste ano em que Brasília completa 50 anos. A Feira está num local mais amplo, fez  parcerias muito importantes como por exemplo, com o MINC, PNLL, FNDE, e também com a iniciativa privada como a Biccateca: estantes e complementos e ainda com ongs que defendem os direitos humanos e o meio ambiente. Também com movimentos civis organizados que lutam pela paz, pela inclusão social e pelo respeito ao meio ambiente. É assim que o Movimento  pela Paz Maria Cláudia e o Programa Jovem de Expressão estão realizando ações dentro da Feira. Para viabilizar a Feira foi preciso profissionalizá-la contratando empresa privada para o
planejamento, execução, logística e coordenação geral. Patrocínios como os da Sec. de Cultura, Sec. de Educação e Sec. de Turismo foram
fundamentais para viabilizar a 29ª Feira do Livro de Brasília. Somou-se a eles o patrocínio da Petrobrás. Editoras como da UnB, Senado, Câmara e SENAC fizeram questão de estar nesta Feira. A Editora Thesaurus - que está presente desde a 1ª Feira, em 1982 - também não ficou de fora. Os dois maiores programas de serviços bibliotecários - um patrocinado pelo GDF e o outro pela MDA - estão apresentando suas ações de levar livros  para as cidades satélites de Brasília, com o Programa Mala do Livro e o outro bibliotecas rurais para todo o Brasil. O  primeiro com mais de 500 caixas bibliotecas e o segundo com mais de 8000 minibibliotecas. Brasília é palco de um grande movimento pelo livro e leitura. A iniciativa privada dá sua parcela de contribuição montando e revitalizando bibiliotecas públicas e escolares em toda Brasília e no entorno, como é o caso do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, da Gasol Combustíveis. Homenageando o poeta de Brasília Nicolas Behr a Feira do Livro/2010 presta uma homenagem mais do que justa ao autor que é um defensor do cerrado e um crítico e amante de Brasília, nossa Capital do Brasil. Tive a honra e o orgulho  de ser indicada para patronesse da 2ª Feira do Livro de Brasília e na minha fala de abertura da Feira destaquei que, possívelmente, esta indicação se deve principalmente por eu ser a responsável pela 1ª Feira em 1982, como Diretora de Divulgação da ABDF. O que posso dizer é que estou muito feliz. Desejo de coração que haja união de propósitos para que a Feira do Livro não morra nunca. E quem sabe possamos futuramente partir para uma Bienal do Livro. Brasília tem todas as condições para isso. Um bom parque editorial, uma literatura pungente, autores premiados nacional e internacionalmente. E um público leitor que apresenta os melhores índices de leitura do país. Os que acreditam na Feira do Livro de Brasília são do partido do livro e da leitura e, portanto, pela cultura de Brasília. Vamos fazer de Brasília a cidade do livro e da Leitura. Vamos nos unir pelo bem comum!  

Iza Antunes Araujo - CRB1-079
Presidente da ABDF
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II Seminário Nacional de Documentação e Informação Jurídicas

O II Seminário Nacional de Documentação e Informação Jurídicas, promovido pela ABDF, nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2010, com o apoio institucional do Senado Federal, Conselho de Justiça, Superior Tribunal de Justiça, Conselho Regional de Biblioteconomia 1ª Região, Faculdade de Ciência da Informação/UnB foi sensacional! Casa lotada. Cursos lotados. A bibliotecária Edilenice, associada da ABDF, referência na área da Biblioteconomia Jurídica, presidente da comissão organizadora do evento, homenageou a primeira bibliotecária que se inscreveu no evento, do Estado de MG. Fez uma doação de seu livro "Fontes de informação para pesquisa em direito" (Ed. Briquet de Lemos) para a colega. Sem dúvida, foi uma homenagem a todos os bibliotecários que se empenharam, acima de tudo para melhorar, se atualizar e aprender. Duas colegas Lúcia Villar Lemos e Maria Eliza Loddo, aposentadas do Senado Federal, foram homenageadas e tiveram o reconhecimento do seus trabalhos pela contribuição dada a Biblioteca do Senado criando as bases de dados jurídicas, serviços e produtos da maior importância para os usuários da informação jurídica no Brasil. 16 Estados participaram do evento. Foram apresentados excelentes trabalhos. Com poucos recursos e poucos voluntários conseguimos realizar um evento com qualidade. Sem dúvida, as parcerias que conseguimos, as salas para os cursos, da Faculdade de Ciência da Informação/UnB, e o auditório e todo o apoio do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, foi fundamental para o sucesso do evento. Contamos com voluntários, bibliotecários e estudantes de Biblioteconomia, que valeram por dois. Com determinação, comprometimento e vontade de fazer realizamos um evento que foi bastante elogiado, pelos participantes, pelos parceiros e pelos patrocinadores. Agora vamos nos preparar para 2012 quando realizaremos o III SNDIJ, no ano das bodas de prata da ABDF, 50 anos de criação.
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Noções do uso do computador e Aprendendo a usar a internet

A Biblioteca Demonstrativa de Brasília - BDB realiza mais um projeto de sucesso. Atendendo ao público dos mais vividos está oferendo cursos de Noções do uso do computador e Aprendendo a usar a internet. Uma turma de 10 alunos já se formou e mais três turmas estão programadas até o mês de novembro. É a biblioteca pública viva, fazendo parte da vida dos cidadãos. Aliás o público dos mais vividos não é muito lembrado nas nossas bibliotecas públicas. Belo exemplo que a BDB dá. Os alunos da primeira turma, que se formou no mês de agosto, saiu sabendo criar e enviar e-mails, fotografias, criando blogs e outros recursos que o uso do computador e da internet nos propicia. Pena que a BDB só possa disponibilizar 10 computadores. A procura dos cursos foi grande. A satisfação dos que se formaram foi aquela de estarem inseridos no mundo virtual. Maravilha!

Iza Antunes Araujo - CRB1-079
Presidente da ABDF
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A sociedade do conheciment

sociedade do conhecimento é caracterizada como aquela cujo desenvolvimento se realiza pelo valor do conhecimento e pelos saberes dos profissionais.
A ABDF está oferecendo uma boa oportunidade para que os profissionais bibliotecários, especialmente aqueles que trabalham com a documentação e a informação jurídica, possam compartilhar suas experiências e saberes. Sem dúvida, uma das maiores dificuldades é o compartilhamento de conhecimento que está retido nas pessoas. O II SNDIJ quer proporcionar essa troca de saberes. Quer informar o que de mais atual está sendo feito nesta área. Os serviços novos que estão sendo criados, produtos inovadores na transmissão e comunicação da informação jurídica e o resgate da memória das fontes de informação jurídica. Por outro lado, o II SNDIJ está também propiciando a criação de novos conhecimentos oferecendo cursos com especialistas competentes. Os cursos são livres, não dependendo da inscrição no II SNDIJ. O custo para participar do Seminário e dos cursos é extremamente acessível a qualquer profissional. Um dos principais sintomas de obsolencia em qualquer instituição é a falta de interesse das pessoas em se atualizarem e desejarem trocar suas experiências com outras pessoas. Não podemos como profissionais da informação parar de querer aprender.        

Iza Antunes Araujo - CRB1-079
Presidente da ABDF
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